Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Redações anteriores UFPR
 Leitura de clássicos
 Cursos em EAD
 Produção textual
 Vestibulares anteriores UEM
 Provas UFSC
 Exemplos de relatos
 Revista Superinteressante


 
Blog de soniamariamc


 

TEXTO EXTRA - RESUMO

 

Segundo o texto “ Estímulos externos”, publicado no site zerohora, que aborda como temática o transtorno de ansiedade em crianças e adolescentes. A infância é um momento de intensas mudanças e durante o desenvolvimento as crianças passam por oscilações no grau de ansiedade. O texto menciona o psiquiatra André Kohman, que separou em dois tipos os transtornos de ansiedade nessa faixa etária. Consecutivamente o site afirma que a ciência possui dificuldades de explicar o desenvolvimento do problema em crianças, pois esse é resultado de múltiplos fatores, explica o psiquiatra Teixeira. O texto acrescenta que os excessos de estímulos recebidos pelas crianças está ligado ao problema. Por fim o site reforça a ideia de Kohman informando a necessidade de se atentar as mudanças e nas formas de manifestar os transtornos de ansiedade 

(Anna Beatriz Pina)



Escrito por soniamariamc às 19h19
[] [envie esta mensagem] [ ]




1- RESPOSTA INTERPRETATIVA (TEXTO 60- PAS/3ªETAPA-2016)

                De acordo com o texto “Meritocracia”, de Camila Betoni e os quadrinhos que expõem a trajetória de vida de Richard e Paula, de Toby Morris , é possível afirmar que a ascensão social e econômica de uma pessoa não depende somente  de ações individuais como esforço  e empenho, mas sim de todo o contexto de vida e criação do indivíduo como educação escolar, oportunidades, condições familiares, estímulos no desenvolvimento de habilidades etc. É possível interpretar isso a partir dos quadrinhos que mostram as diferentes condições em que os personagens são criados. Richard em uma escola de qualidade, com tempo para estudar e pais que o incentiva; já Paula, por outro lado,  tem acesso a uma educação escolar precária, sem tempo para se dedicar aos estudos, pois precisa trabalhar e ajudar na renda familiar.            Como se vê, ambos se esforçaram, mas em realidades diferentes: ele dedicou-se aos estudos; ela, ao trabalho, uma vez que com o pai doente precisava assumir o sustento da casa. Richard conseguiu empréstimos e indicações para empregos; Paula teve de aceitar o trabalho que apareceu, pois necessitava de dinheiro. Assim, nota-se por meio dos comentários do narrador que Richard e Paula, erroneamente devido a ideia de meritocracia passem a acreditar que são merecedores das situações em que vivem, “mas eu espero que não”. Dessa maneira, as ações individuais das pessoas não são suficientes para a ascensão social e pensar assim é injusto, uma vez que, como explica Betoni, só há justiça e igualdade se a corrida se inicia do mesmo ponto para os dois concorrentes.



Escrito por soniamariamc às 19h00
[] [envie esta mensagem] [ ]




2- RESPOSTA ARGUMENTATIVA

Texto escrito a partir do comando do PAS/UEM -3ª ETAPA/2017

  Acredito que a classe média não está criando cidadãos que vivem em uma bolha de arrogância e que inferioriza o Outro, uma vez que dinheiro nunca foi e não é sinônimo de caráter. É indiscutível que estes jovens possuem alguns privilégios, mas eles não têm culpa de terem nascido da classe média e isso não os determina a um futuro de egoísmo. Além disso, é válido salientar que o dinheiro não compra moral e ética, o dinheiro não compra respeito ou solidariedade, ao contrário, ele faz com que essa realidade se aproxime dos jovens. São os jovens filhos de classe média, estudantes de escolas particulares, que aprenderam inclusive em suas instituições de ensino a preocupação com o outro e a olhar além de suas bolhas com projetos que visam ajudar. Exemplifico assim com o Projeto Missionário Desperta Jovem da Arquidiocese de Maringá em que jovens de todas as classes sociais, inclusive média e alta, se reúnem para doar-se ao próximo. São esses jovens de classe média que fazem a diferença na vida daqueles que pouco tem. Assim, como aluna de ensino médio e expectadora desta realidade, concluo  reafirmando meu posicionamento e frisando que uma pessoa pode ser arrogante em qualquer meio social, tendo muito ou pouco e, não obstante, o que faz uma pessoa respeitar o Outro é sua essência e não quanto dinheiro ela tem. 

(Anna Larissa)



Escrito por soniamariamc às 17h47
[] [envie esta mensagem] [ ]



3- GÊNERO TEXTUAL ARTIGO DE OPINIÃO

EXEMPLO 1

                                            Maneiras de melhorar a educação no Brasil

   Paulo Freire afirmava que “É preciso plantar a semente da educação para colher os frutos da cidadania.” Ao relembrar esta frase do grande educador, comecei a questionar como o ensino médio pode melhorar o futuro dos jovens brasileiros. Sou estudante e li vários textos a respeito das mudanças do ensino médio no Brasil, a partir disso acredito  que existem dois meios de melhorar essa situação: a maior conexão entre escola e aluno, e inserção de tecnologia nas aulas.

   O primeiro aspecto para essa melhoria é aproximar a escola do universo dos alunos e proporcionar aprendizado significativo. Uma maneira de colocar isso em prática é se espelhar nos princípios da arquitetura moderna, que estudamos em arte, que tem objetivo de integrar as pessoas no espaço. Assim a escola deve fazer com seus alunos, promover grupos de estudo, rodas de leitura ou até mesmo gincanas educativas. Um segundo ponto é o uso de novas tecnologias com propósito pedagógico, como por exemplo criar grupos no Facebook e WhatsApp com o intuito de compartilhar informações, propor ideias e discutir assuntos sobre as matérias estudadas.

   Há pessoas desacreditadas de que o ensino médio no Brasil pode melhorar. Ledo engano, pois como expõe Paulo Freire, com as mudanças necessárias os alunos terão mais vontade de aprender e consequentemente se dedicarão para que tenham um futuro brilhante.

                                                   Clarice 

 

(Bianca Rovani)


EXEMPLO 2

                                                    Sinal aberto, aberto para quê?

            “Ainda somos e vivemos como nossos pais”. Este trecho de uma música, interpretada por Elis Regina, retrata o perfil da juventude do século XXI. É uma moçada sedenta de mudanças, mas mudar o quê?

            Quando volto “na parede da memória”, não muito distante, deparo-me com jovens da época da ditadura militar em busca de liberdade de expressão, do direito de poder cantar “quem sabe faz a hora não espera acontecer”, sem que o microfone fosse cortado pelos DOPS da vida. Depois disso tivemos uma juventude “cara pintada”, que pensou ter participado do “impeachment” de Fernando Collor. E agora José? O que a juventude atual almeja? Os “faces” da vida estampam a necessidade de mudanças, mas quais? Na verdade nossos jovens não sabem, é muita informação sem tempo para pensar o que fazer diante de tanta liberdade de expressão. É esse o perfil, uma meninada que tem todos os apetrechos para  mudar o mundo, sabem como fazê-lo, qual rede, fórum, site acessar. Então por que não o fazem?

            Alguns podem dizer que eles são acomodados. Não acredito. É uma geração que se mobiliza, o problema é não saber aonde quer chegar, ou melhor quer chegar “lá”, mas  fazer o que com o “lá”? E se as reivindicações forem aceitas? Parece que isso assusta. Se assim for, confirmaremos a clássica música interpretada por Elis e daqui uns anos nossa juventude estará em casa contando o “vil metal”.

 

Sônia Maria



Escrito por soniamariamc às 18h46
[] [envie esta mensagem] [ ]




4- GÊNERO TEXTUAL CARTA ABERTA

                                    Carta aberta para a sociedade brasileira
   Prezada população brasileira, assim como muito dos senhores, li nesta semana a reportagem da Folha de São Paulo "Brasil registra 30 suicídios por dia, problema afeta mais idosos e índios". Confesso que, como jovem, fiquei extremamente preocupada e aborrecida com este dado grandioso. Creio ser de extrema valia uma reflexão sobre esta estatística, para que nós, brasileiros, tomemos medidas para ajudar quem precisa, a família e toda a sociedade.
  O suicídio se tornou uma epidemia mundial, sendo motivo de grandes preocupações em vários países, porém muitos ainda consideram esse assunto como tabu e evitam a divulgação de informações que acreditam influenciar outros casos suicidas, mas que são necessários para a consciência coletiva. Vocês, brasileiros, sabiam que nosso país é o 8º com mais suicídios no mundo segundo a OMS? O dado fez-me lembrar do sociólogo Emily Durkheim, que classificou em suas teses funcionalistas 3 tipos de suicídio, sendo o mais comum o "anômico", os quais ocorrem em períodos de crises sociais ou processos de transformações sociais. Essa anomalia social leva, segundo Durkheim, a normalização e aceitação desta situação, fazendo surgir até mesmo parques suicidas, como a floresta Aokigahara no Japão que contabiliza mais de 100 suicídios anuais.
   Sendo assim brasileiros, não podemos deixar que nosso país chegue a tal estado, precisamos divulgar o número do centro de valorização a vida , 141, além de nos colocarmos a disposição para dialogar com quem precisa. Vamos mudar esta situação!
                           Atenciosamente,       

 

                                                                              Cidadão

(Amanda Tribulato)



Escrito por soniamariamc às 19h51
[] [envie esta mensagem] [ ]




5- GÊNERO TEXTUAL CARTA DO LEITOR

Maringá, 8 de fevereiro de 2016.

                Senhor Souza, editor da Folha de S. Paulo,

                Recentemente li o texto de Rosely Sayão, “Mudar para proteger” e sendo pai e professor senti-me estimulado a opinar sobre o assunto abordado pelo texto, a forma como a mulher brasileira é tratada socialmente.

                Dou aula em duas universidades e posso afirmar que, infelizmente, em ambiente acadêmico, são bastante comuns situações nas quais pessoas do sexo feminino são tratadas como inferiores por causa de seu sexo. Talvez por pensar em minha filha eu fique tão irritado e indignado, mas procuro agir de forma cautelosa para incentivar quem agiu de forma inadequada a refletir sobre seus atos. No entanto, isso não é algo simples porque na maioria dos casos a noção de que a mulher é inferior já está enraizada nos meninos e é principalmente por isso que acredito que Sayão está correta, é necessário mudar a maneira de educar nossas próximas gerações, pois concordo com Sêneca, quem afirmava que a educação merece os melhores cuidados pois influencia em toda a vida, o senhor também não concorda?

                Ver dados como 36% de universitárias entrevistadas afirmarem que já deixaram de ir a atividades acadêmicas por medo é alarmante e até assustador, isso me faz concordar com a autora do texto, entendendo que nossa sociedade é machista e que mudar isso é preciso. Peço que continuem a abordar a temática nas próximas edições.

Atenciosamente,

 

Eli



Escrito por soniamariamc às 23h37
[] [envie esta mensagem] [ ]



 

6- GÊNERO CARTA DE RECLAMAÇÃO

Maringá, 11 de janeiro de 2016.
            Ao senhor Caio Santos,
            Sou usuário do Whatsapp e optei por não compartilhar minha localização. Porém, devido um problema no aplicativo, todos os meus contatos tiveram acesso à minha localização e, mesmo já tendo solicitado os devidos ajustes, o problema continua provocando consequências em minha vida particular. Assim, venho reclamar ao senhor, responsável pela comunicação com usuários, e reivindicar providências.
            Como sou policial federal, participo de várias operações sigilosas, inclusive faço parte da Operação Lava-jato, e o compartilhamento de minha localização atrapalha não só nestas situações como  rondas à paisana, prejudicando o meu trabalho. Além disso, senhor Santos, com a minha localização compartilhada eu e minha família ficamos vulneráveis por conta dos perigos que meu trabalho acarreta. Dessa forma, exijo que providências sejam tomadas em relação à essa situação. Caso contrário, senhor Santos, abrirei um processo judicial contra a empresa.
            Aguardo resposta,

 

Usuário.



Escrito por soniamariamc às 23h20
[] [envie esta mensagem] [ ]



 

7- GÊNERO TEXTUAL CARTA DE SOLICITAÇÃO (VESTIBULAR DE INVERNO/2015)

Maringá , 01 de novembro de 2017
            Ao senhor vereador Eugênio da Câmara, 
            Sou estudante de geografia e durante os últimos dias tive aulas sobre as consequências relacionadas ao descarte impróprio do lixo eletrônico. Diante disso, venho por meio desta solicitar, ao senhor, um projeto de lei que cria e programas de descarte e reciclagem do lixo eletrônico.
Estudos comprovam que o descarte  do lixo em regiões inapropriadas geram problemas na atmosfera, como liberação de partículas radioativas e de gás metano, e no solo, afetando a fertilidade desse e o lençol freático da região. No entanto, nenhuma medida foi adotada para inverter a situação. 
            Nesse ínterim, senhor Câmara, sabendo de seu comprometimento com os cidadãos e com o meio ambiente, acredito que ajudará a reduzir os problemas e utilizará a reciclagem como fundamento.
            Atenciosamente, 
            Cidadã.

(Anna Beatriz Pina)



Escrito por soniamariamc às 19h53
[] [envie esta mensagem] [ ]



8- RESUMO DE COLETÂNEA - VESTIBULAR DE INVERNO 2014

  A coletânea de textos que discute a prática do rolezinho em shopping-centers apresenta pró e contra essa prática. No primeiro texto a autora Rosana Pinheiro Machado trata-se de uma manifestação legítima. Ela contesta a proibição por parte dos administradores dos shoppings , justificando que essa atitude fere o direito de ir e vir, além de se sustentar em critérios preconceituosos. A professora argumenta ainda que se trata de um movimento social e não deve ser reprimido com violência pela PM e destaca, são jovens da periferia, mas nem por isso são delinquentes.

            No segundo texto, o advogado Mauro Rodrigues Penteado condena a prática do rolezinho em Shopping, pois, segundo ele, atenta contra os direitos individuais garantidos pela Constituição, além de ser um desrespeito à propriedade, uma vez que se trata de empreendimentos privados. Penteado defende o lazer sossegado das famílias que frequentam tais estabelecimentos e destaca que o rolezinho pode acabar em tumulto quando promovido por infratores.  Para o advogado, a Constituição garante a esses jovens alternativas de encontro em locais públicos, desde que pacíficos.



Escrito por soniamariamc às 19h42
[] [envie esta mensagem] [ ]



 

9- GÊNERO INSTRUCIONAL

                                               Como dizer não a procrastinação
            Você faz parte dos 20% que se enquadram no perfil de um procrastinador? Se sim, não se desespere! Como participante de um grupo de profissionais que estuda o comportamento de crianças e jovens, venho por meio desta dar instruções aos leitores da revista "Jovens e Cia" sobre alguns procedimentos ideais para que crianças e jovens não sejam vítimas de procrastinação. 

            Primeiramente, acredito que destinar um dia inteiro para uma tarefa é desanimador, então se você colocar um período pequeno para ,em início, realizar os seus afazeres eles  vão se tornar mais fáceis e o seu dia vai render muito mais, pois como já dizia William Shakespeare "Escalar colinas difíceis requer um ritmo lento no início". Em segundo lugar, tente associar o prazer da recompensa por um encargo bem feito, deste modo você não vai adiar seu dever graças a sua motivação final. Uma  última instrução,  comunique a  pessoas próximas sobre suas tarefas, elas o estimularão a fazer a função indicada e assim você atingirá seu objetivo na intenção de não decepcioná-las. 

 

            Seguindo as diretrizes acima, você jovem e criança leitor da revista "Jovens e Cia" irá dizer não a procrastinação, e deste modo a frase "Farei isso amanhã" não estará mais em seu vocabulário. 



Escrito por soniamariamc às 20h43
[] [envie esta mensagem] [ ]



Um exemplo de cada gênero textual solicitado no vestibular UEM. Contagem regressiva.

10 - GÊNERO TEXTUAL RELATO

                                             Meu herói da natação

   Sou estudante de ensino médio e em minha sala surgiu uma discussão sobre a presença do herói na vida das pessoas, com isso, logo lembrei-me de meu avô, pois para mim, ele é quem representa a figura de herói. Mês passado venci uma competição importante de natação; muitos parabenizaram a mim, no entanto, minha vitória não seria possível sem a ajuda de meu avô e este fato justifica tê-lo escolhido como herói.

   Em 2009, quando eu tinha nove anos, quis começar a fazer aulas de natação, todavia, minha família não conseguiria pagar. Mesmo assim, meu avô foi a várias escolas de natação, ele insistiu por semanas, até que um dia chegou em casa dizendo que eu estava matriculado para fazer aulas de natação. Ele, apesar de ter uma rotina de trabalho pesada, tinha feito um acordo com a escola, como ele é eletricista, seria responsável pela manutenção da parte elétrica dela para que eu pudesse estudar lá. Foi assim até 2014, quando a escola de natação ofereceu-me uma bolsa; meu avô, porém, continuou auxiliando a escola e a mim. Sempre que podia, ele procurava um serviço extra para proporcionar-me alimentação de esportista.

   Hoje, estou muito feliz e, conforme aprendi no colégio, com o poeta John Donne, “nenhum homem é uma ilha isolada”, sei que meu sucesso só foi possível com a ajuda de meu herói. Por isso, pretendo continuar praticando natação, mas, principalmente, buscar agradecer toda a ajuda que recebi.

 

Carol Panko



Escrito por soniamariamc às 19h53
[] [envie esta mensagem] [ ]



 

LEITURA DE ÚLTIMA HORA (DOIS TEMAS)

Hábitos alimentares dos adolescentes

É preciso enfatizar que as ações de educação nutricional e alimentar devem ser permanentes. A mudança de hábitos, muitas vezes já enraizados, requer diálogo, reflexão e vigilância constantes, num grupo de adolescentes tipicamente despreocupados com o futuro de sua própria saúde. As ações educativas têm que ser atrativas e dinâmicas para ampliar a autonomia e a consciência dos adolescentes no momento da escolha dos alimentos. O trabalho realizado pelo NASF também estimula a integração social lançando mão de atividades lúdicas, oficinas culinárias com reaproveitamento integral de alimentos (otimiza a utilização dos recursos alimentares disponíveis no local), oficinas temáticas, rodas de conversa, entre outras.

O cenário exposto até aqui é fundamental para que se entenda e se pratique o conceito da Segurança Alimentar e Nutricional, que em sua definição indica o consumo alimentar de qualidade. Na 28ª edição do Prêmio Jovem Cientista, o tema abordado convida à reflexão sobre as práticas alimentares promotoras de saúde, que devem ser cada vez mais estimuladas dentro de escolas, em unidades de atenção básica e em locais públicos, nos fazendo repensar a importância da educação nutricional e alimentar na formação de todos os cidadãos.

http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/01/bhabitos-alimentares-de-adolescentes-b-percepcao-de-multiplas-experiencias.html

 

 SEDENTARISMO ENTRE OS JOVENS

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pelotas – UFPel (RS) mostrou que apenas 48% dos 4.325 jovens entre 14 e 15 anos de idade praticam mais de 300 minutos de atividade física por semana (recomendação da Organização Mundial da Saúde - OMS).

Os autores da pesquisa, os educadores físicos Samuel Dumith e Marlos Domingues constataram que os meninos são duas vezes mais ativos do que as meninas. Segundo pesquisa realizada pela OMS em 34 países, apenas 24% dos meninos e 15% das meninas estão praticando atividade física conforme a recomendação.

A pesquisa levou em consideração a prática de atividade física de lazer e a atividade física de deslocamento (como ir à escola a pé ou de bicicleta, por exemplo), não contabilizando a educação

Sedentarismo entre os adolescentes – meninos são mais ativos

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pelotas – UFPel (RS) mostrou que apenas 48% dos 4.325 jovens entre 14 e 15 anos de idade praticam mais de 300 minutos de atividade física por semana (recomendação da Organização Mundial da Saúde - OMS).

Os autores da pesquisa, os educadores físicos Samuel Dumith e Marlos Domingues constataram que os meninos são duas vezes mais ativos do que as meninas. Segundo pesquisa realizada pela OMS em 34 países, apenas 24% dos meninos e 15% das meninas estão praticando atividade física conforme a recomendação.

A pesquisa levou em consideração a prática de atividade física de lazer e a atividade física de deslocamento (como ir à escola a pé ou de bicicleta, por exemplo), não contabilizando a educação física realizada na escola, já que esta não se demonstrou ser efetiva quantitativa e/ou qualitativamente, pois os adolescentes não realizam nessas aulas exercícios com regularidade e intensidade.

Mesmo que 75% dos pesquisados pratiquem algum tipo de atividade física de lazer e 73% caminhem ou vão de bicicleta à escola, a somatória destas ações ainda assim não atinge o nível de atividade recomendado, pela OMS.

As possíveis justificativas para índices tão baixos é a falta de segurança pública (hoje em dia já não se pode mais brincar na rua), a utilização do tempo em atividades sedentárias (televisão, videogame e computador) e também a adesão aos hábitos sedentários dos próprios pais.

Os jovens sedentários representam um grupo de indivíduos potencialmente sedentários na vida adulta, o que os predispõem desde muito cedo às doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e doenças cardiovasculares. Por isso a grande importância de se colocar em prática ações que mudem este quadro, estimulando as nossas crianças e adolescentes a serem mais ativos a partir de atividades que para eles sejam agradáveis como esportes, andar de bicicleta, patins e diminuir o tempo que assistem TV e usam computadores. Daí a necessidade de investimentos em parques comunitários e centros esportivos seguros para acesso de toda a população, contribuindo assim para um estilo de vida mais saudável a todos.

 

 

http://www.saude.br/index.php/articles/84-atividade-fisica/345-sedentarismo-entre-os-adolescentes-meninos-sao-mais-ativos

 



Escrito por soniamariamc às 09h23
[] [envie esta mensagem] [ ]




1- GÊNERO ARTIGO DE OPINIÃO

 

EXEMPLO 60 – VESTIBULAR UEM/2016

                                  Empatia: fonte de mudança!

Estava em meu consultório de psicologia desenvolvendo uma pesquisa com meus pacientes sobre empatia, cujo significado é: a arte de se colocar no lugar do próximo e compreendê-lo. Todavia tal pesquisa me surpreendeu, as pessoas desconheciam a referida empatia. Diante disso, é meu dever argumentar sobre a urgência de se utilizar tal virtude em uma sociedade egocêntrica.

Primeiramente, caros leitores, a empatia possibilitaria a compreensão de pontos de vistas diferentes dos nossos. Dessa forma, esse contato culminaria em uma forma de aprendizado sem preconceitos sobre perspectivas de vidas diferentes. Ou seja, a empatia poderia mudar o mundo? Claro! E comprovo isso com um fato histórico, o Apartheid, quando Nelson Mandela usou de tal virtude para unir negros e brancos na África do Sul. Ademais a empatia diminuiria substancialmente o numero de atentados embasados no ódio ao próximo em nossa sociedade. Assim, além de forma indivíduos melhores, a empatia tornaria o mundo caracterizado pela paz e pelo respeito. Mesmo assim, leitores, pessoas defendem que a empatia é uma utopia, refuto essa idéia com a filosofia da Escola de Frankfurt que defende que o crescimento pessoal e social esta no dialogo com o próximo. E, leitores, não existe utopia em uma conversa não é mesmo?

Portanto, concluo: a empatia muda o mundo e Nelson Mandela provou isso!                                                                                      Colaborador.

 

OUTROS EXEMPLOS

EXEMPLO 1

                                     Mobilidade e crescimento é possível sim!

            Estava andando de bicicleta para o trabalho e notei ao chegar que havia poupado quase vinte minutos em relação ao mesmo caminho feito de carro.Leitor, isso me leva a crer que a mobilidade das cidades, que crescem a cada ano, possa acompanhar o desenvolvimento.     

            Como colocar em prática? Explico, basta optarmos por meios de transportes que visem a qualidade da população como: rodízio de carro com os amigos, transporte público e bicicleta.Este último é minha preferida não só pelo custo de manutenção barato como também por melhorar a qualidade da frequência cardíaca já que incentiva o relaxamento mais fácil dos vasos cardíacos. Perceberam? Assim estou preservando minha saúde em meio ao desenvolvimento urbano. Simples, não?

             Muitos podem dizer que tais propostas são utópicas e os carros individuais sempre serão a preferência. Refuto. A ideia é colocada em prática em lugares como Em Londres, lá o metrô e o ônibus são os meios mais utilizados de transporte pela população que vive em uma das cidades mais desenvolvidas do mundo. Ainda para os que insistem em afirmar que não temos metrô eficiente, digo que vou pedalando  e reafirmando que desenvolvimento e mobilidade urbana são possíveis.

                                                                                                                   Roseli Aquino

EXEMPLO 2

                                          Sinal aberto, aberto para quê?

            “Ainda somos e vivemos como nossos pais”. Este trecho de uma música, interpretada por Elis Regina, retrata o perfil da juventude do século XXI. É uma moçada sedenta de mudanças, mas mudar o quê?

            Quando volto “na parede da memória”, não muito distante, deparo-me com jovens da época da ditadura militar em busca de liberdade de expressão, do direito de poder cantar “quem sabe faz a hora não espera acontecer”, sem que o microfone fosse cortado pelos DOPS da vida. Depois disso tivemos uma juventude “cara pintada”, que pensou ter participado do “impeachment” de Fernando Collor. E agora José? O que a juventude atual almeja? Os “faces” da vida estampam a necessidade de mudanças, mas quais? Na verdade nossos jovens não sabem, é muita informação sem tempo para pensar o que fazer diante de tanta liberdade de expressão. É esse o perfil, uma meninada que tem todos os apetrechos para  mudar o mundo, sabem como fazê-lo, qual rede, fórum, site acessar. Então por que não o fazem?

            Alguns podem dizer que eles são acomodados. Não acredito. É uma geração que se mobiliza, o problema é não saber aonde quer chegar, ou melhor quer chegar “lá”, mas  fazer o que com o “lá”? E se as reivindicações forem aceitas? Parece que isso assusta. Se assim for, confirmaremos a clássica música interpretada por Elis e daqui uns anos nossa juventude estará em casa contando o “vil metal”.

 

                                                                                                                               Rui Varella



Escrito por soniamariamc às 15h54
[] [envie esta mensagem] [ ]




2- RESPOSTA ARGUMENTATIVA

ESQUEMA ARQUITETÔNICO DE CONSTITUIÇÃO DA RESPOSTA ARGUMENTATIVA:

1º - Resposta à pergunta oferecida, com marcação da temática no início.

2º - Explicação sobre a informação que sustenta a temática.

3º - Exemplificação a respeito da explicação.

4º- Reafirmação da resposta inicial.

 

VESTIBULAR DE INVERNO 1/2017

DESENVOLVIDO POR ENUMERAÇÃO  E EXEMPLIFICAÇÃO

 (NOTA 60 NO VESTIBULAR)

 

            Embora esteja disposto na constituição federal e no estatuto do idoso o dever dos familiares em ajudar e amparar os pais na velhice, é fato que a força da lei não é garantia para que os filhos e netos assumam a responsabilidade de cuidar de seus idosos, inclusive afetivamente. (TEMA) Acredito que isso ocorra por dois motivos principais: (1)o capitalismo e o(2) avanço tecnológico. (1)Primeiramente devido a nossa sociedade capitalista atual, já criticada por Karl Marx em decorrência da supervalorização do lucro, o idoso é visto por muitos como um peso, uma vez que se tornam ineficientes na produção quando comparados a um jovem economicamente ativo. Em nossa sociedade só é valorizado e respeitado quem gera lucros financeiros.(2) Além disso, com o crescimento e avanço da tecnologia, inúmeros cidadãos consideram o conhecimento dos mais velhos como ultrapassado, não levando em consideração o que pensam ou dizem. Isso afeta diretamente na relação afetiva entre familiares e idosos, afinal ao ignora-los os indivíduos da terceira idade vão perdendo seus objetivos, envelhecendo e desenvolvendo problemas neurológicos como o Alzheimer, o qual afeta a memória do cidadão e é motivo de graça para muitos que o observam. Um exemplo disso é a avó do protagonista do filme "A era do gelo" cuja história retrata com humor o esquecimento e "loucura" do bicho preguiça(EXEMPLIFICA). Em suma reitero que a força da lei não garante o cuidado e afeto com os idosos nos dias de hoje.

 

 

OUTRO EXEMPLO

Contexto de produção:

Sua escola, juntamente com os professores da área de humanas, promoveu um evento para discutir sobre o tema suicídio. Nesse proposta, estimulou os alunos a pesquisarem sobre o assunto para depois debaterem em grupos. Para finalização dessa atividade, determinou que cada grupo escrevesse um texto no qual defendessem uma opinião sobre essa realidade entre os jovens.

Comando de produção:

Considerando o contexto apresentado, redija uma RESPOSTA ARGUMENTATIVA, de 10 a 15 linhas, na qual você, como representante de seu grupo, responda ao seguinte questionamento: Quais são, na sua opinião, as possíveis causas do aumento do suicídio entre os jovens? Seu texto pode basear-se nas informações apresentadas no texto de apoio, mas não deve limitar-se a eles. Procure defender sua ideia com argumentos consistentes.

 

 

                Penso que a principal causa do aumento do suicídio entre os jovens é a fragilidade emocional, pois hoje os jovens não têm estabilidade emocional para lidar com tudo o que acontece, uma vez que, desde cedo, já assumem responsabilidades e ainda existe uma grande pressão social para serem aceitos nos padrões impostos pela sociedade. Além disso, o bullying e a depressão são outros fatores que prejudicam ainda mais essa situação, deixando-os ainda mais frágeis. Como aluna, e após estudar sobre o tema em diversas aulas, percebi que essa realidade está bem próxima do meu cotidiano e de tantos outros colegas. Recentemente, estreou a série “13 reasons why” na Netflix, que mostra essa realidade: uma jovem abalada psicologicamente por não ser aceita pelos seus colegas acaba cometendo suicídio. Diante disso, reafirmo minha opinião de que os jovens são muito frágeis e não conseguem enfrentar situações difíceis e de frustação, por esse motivo buscam o suicídio como válvula de escape. 



Escrito por soniamariamc às 19h53
[] [envie esta mensagem] [ ]



 

 

 

3- GÊNERO TEXTUAL CARTA ABERTA (2ª E 3ª ETAPA)

PAS 2° ETAPA/2016 - EXEMPLO 60

Carta aberta ao Juiz da Vara da Infância e Juventude de Maringá

            Senhor Juiz Infante de Abreu, sou professora de Ensino Médio e tristemente tomei ciência do fato de meus alunos estarem sendo vítimas do abuso que é o trabalho infantil, e por saber dos riscos a integridade física e mental destes jovens, venho denunciar que este fato ilegal acontece durante o dia na construção do novo bairro industrial desta cidade, e o senhor sabe bem qual é!

            Neste contexto, muitos podem afirmar que estes jovens estão ajudando suas famílias com o salário que recebem e por isso precisam do dinheiro, mas, prezado juiz, é por isso que existem projetos como o Jovem Menor Aprendiz, onde o jovem trabalha com total segurança, é bem remunerado e possui uma carga horária adequada para não prejudicar os estudos, que é o mais importante, não é?

 

            Por isso, neste viés, solicito ações da justiça para este tipo de exploração ter fim, pois certamente é absurdo, e que sejam cumpridas as disposições previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente para estes poderem usufruir  da melhor maneira possível dos estudos. Para finalizar, lembra-se de que Kant dizia que “o homem não é nada mais daquilo que a educação faz dele”? Pois então, precisamos dar uma maior atenção futuros homens de nossa nação!

               Atenciosamente,

OUTROS EXEMPLOS

EXEMPLO 2

    Carta aberta ao secretário de trânsito de Maringá, Sr Fábio Ribeiro

  Prezado secretário, sou morador de Sarandi mas vou diariamente à cidade de Maringá a trabalho, e principalmente nos horários de pico, sofro constantemente com o problema de mobilidade urbana presente em sua cidade. Aliás, o problema não é uma exclusividade minha, por isso em nome de todos os moradores que enfrentam essa situação de trânsito escrevo esta carta aberta,  reivindico ações que agilizem a mobilidade urbana entre Maringá e Sarandi.

  Ainda acrescento, Sr. Fábio Ribeiro, que sou guarda de trânsito em sua cidade e, assim como os demais moradores,  sinto na pele a gravidade da questão, um caos. Trânsito mal sinalizado, desorganização, brigas entre motoristas, acidentes de veículos, são apenas alguns fatores negativos. Uma última ponderação, sr. Ribeiro, é que conheço Maringá há quase 30 anos e penso que o modelo de cidade planejada, inspirada em Brasília, não está funcionando mais no mundo atual, gerando muito congestionamento.

            Diante dessa realidade, sr. Ribeiro,  sugiro a reorganização urbana, tanto como a ampliação de ruas e ciclovias. Somente assim  nós cidadãos teremos qualidade  que merecemos para nos locomover.

  Atenciosamente,

 

                                          Cidadão


EXEMPLO 3

                                                                                                                  Carta aberta à sociedade brasileira

                Indignação. É o que sinto ao ver o número de suicídios no Brasil, principalmente pois conheço o descaso com o tema e, por isso, venho abertamente expressar minha revolta sobre os dados. Como cidadão, não posso aceitar essa negligência. Conforme teorizou Durkheim, o suicídio não é um ímpeto pessoal, mas sim um produto das interações sociais. Tal teoria é confirmada nos dados brasileiros, pois os grupos mais afetados, índios e idosos, são também os mais marginalizados. Ora, se a sociedade é coautora das mortes, porque não seria responsável por preveni-las?

                Além disso, como jovem, tenho inúmeros sonhos e projetos para o futuro, e imagino que vocês também os tenham, e me parece inconcebível que eu mesmo destrua minha possibilidade de realizá-los. Suicídio não é natural, e não pode ser tratado como se fosse. Sem a desculpa de que “não se deve meter o nariz onde não foi chamado”, meta sim! Ajude conversando, mantendo perto, alegrando e lembrando às pessoas que a vida merece ser vivida, e elas merecem viver. Reitero, assim, minha indignação com esse tema que, mais do que social, é um clamor pela vida.

                                                                                                       Grato pela atenção,

 

                                                                                                                                          Cidadão.



Escrito por soniamariamc às 19h44
[] [envie esta mensagem] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]