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Blog de soniamariamc


2º Gênero- Carta aberta (artigo transformado em carta aberta, sei que excedeu o número de linhas, mas é para perceberem que bastam algumas alterações)
Carta aberta ao Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro
Prezado secretário Roberto Sá, a cena que ocorreu no Rio de Janeiro foi lastimável. Uma mulher inocente saiu para comprar pão e mortadela, foi baleada em meio a um tiroteio entre bandidos e policiais, depois foi jogada na caçamba do carro da polícia com violência, não bastasse isso foi arrastada por 250 metros. O senhor não acha que em um país onde ocorre crimes frequentemente, os militares deveriam garantir nossa segurança? Ao menos é isso que eu e milhões de brasileiros esperamos deles.
A atitude dos militares foi errada. Claudia Ferreira foi tratada como uma criminosa. O senhor não concorda que se fosse para salvar, ela teria sido colocada no banco traseiro do carro? portanto foi uma ação consciente. Esse tipo de atitude me faz lembrar a ditadura militar, período de grande repressão e censura, conhecido como ato institucional 5, época em que a polícia amedrontava mais que os ladrões. Há quem diga, senhor Roberto Sá, que a sociedade não questiona com a mesma revolta quando o bandido mata um policial, porém é preciso deixar claro que bandido mata e, assim como eu, os demais brasileiros acreditam que a função do policial é proteger a população e isso ele já sabia ao assumir a profissão.
Dessa forma, senhor secretário, reafirmo: a cena que ocorreu no Rio é inconcebível, a semelhança com o passado é cada vez maior e o medo só cresce. Reafirmo também que os policias devem nos proteger e não se tornar uma ameaça. Afinal como diz um trecho da música dos TITÃS " Dizem que ela existe para ajudar, polícia para quem precisa." Esperamos contar com seu bom senso para que sua secretaria cumpra a função de nos ajudar e atuar com quem precisa.
Atenciosamente,
Cidadão


Escrito por soniamariamc às 20h11
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Agora contagem para o vestibular de verão UEM.
1º Gênero- Artigo de opinião
De que lado eles estão?
A cena que ocorreu no Rio de Janeiro foi lastimável. Uma mulher inocente saiu para comprar pão e mortadela, foi baleada em meio a um tiroteio entre bandidos e policiais, depois foi jogada na caçamba do carro da polícia com violência, não bastasse isso foi arrastada por 250 metros. Em um país que ocorre crimes frequentemente, os militares não deveriam garantir nossa segurança?
A atitude dos militares foi errada. Claudia Ferreira foi tratada como uma criminosa. Se fosse para salvar, ela teria sido colocada no banco traseiro do carro, portanto foi uma ação consciente. Esse tipo de atitude me faz lembrar a ditadura militar, período de grande repressão e censura, conhecido como ato institucional 5, época em que a polícia amedrontava mais que os ladrões. Há quem diga que a sociedade não questiona com a mesma revolta quando o bandido mata um policial, porém é preciso deixar claro que bandido mata, e a função do policial é proteger a população e isso ele já sabia ao assumir a profissão.
Dessa forma, reafirmo: a cena que ocorreu no Rio é inconcebível, a semelhança com o passado é cada vez maior e o medo só cresce. Reafirmo também que os policias devem nos proteger e não se tornar uma ameaça. Afinal como diz um trecho da música dos TITÃS " Dizem que ela existe para ajudar, polícia para quem precisa."
Matheus Rejaili


Escrito por soniamariamc às 20h00
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ÚLTIMO GÊNERO - CARTA DE RECLAMAÇÃO

Maringá, 27 de novembro de 2016.

                Senhor Ministro Mendonça Filho,

                Sou estudante  e li a respeito da pesquisa realizada pelo IPEA  sobre as maiores prioridades dos jovens brasileiros. Comungo, Sr. Mendonça Filho, com os 85,2% que apontaram a educação como destaque entre as necessidades brasileiras. Aliás,  sinto-me no direito de reclamar da situação em que se encontra o sistema educacional.

                Sempre estudei em escola pública, e sinto na pele o que educadores afirmam, que a escola pública tem dois anos de defasagem em relação à instituição particular.  Estou em cursinho pré-vestibular no período da noite, enquanto meus colegas de turma revisam conceitos, eu passo madrugadas estudando para acompanhá-los. A realidade que vivencio, Sr. Ministro, se alastra há décadas. Até quando estaremos à mercê de políticos que não buscam o bem comum?

                Diante da realidade exposta, Sr. Mendonça Filho,  insisto em uma educação de qualidade, exijo uma mudança de postura concreta do governo. Se isso não ocorrer, usarei as redes sociais e levarei centenas de manifestantes frente ao Palácio do Alvorada. Sou acima de tudo um cidadão que confirma as palavras de Rousseau “Quanto mais do mundo vi, menos pude moldar-me à sua maneira”.

                Aguardo seu retorno.

 

                                                                                                            Leitor



Escrito por soniamariamc às 08h20
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GÊNERO 9 - CARTA DE SOLICITAÇÃO

Maringá, 27 de novembro de 2016.

                Prezado Sr. Silva

                Li a matéria a respeito das exigências do século XXI ao jovem e comungo plenamente com os conceitos apresentados. Por isso solicito maiores informações a respeito da temática.

                Tenho interesse especial no assunto, Sr. Silva, pois sou professor de Ciências e sempre transmito aos meus alunos a necessidade de solucionar problemas e ser sujeito da história. Uso sempre como exemplo um jovem americano, ganhador de um prêmio de feira de ciências, que com seu projeto descobriu uma maneira de fazer um diagnóstico precoce de três tipos de câncer.

                O fato mencionado não mereceu destaque na mídia, o senhor não acha que ele poderia fazer parte da próxima pauta do Jornal Mundo Jovem? Se meu pedido for atendido levarei o texto para meus alunos e trabalharei com eles. 

                Atenciosamente

 

Leitor



Escrito por soniamariamc às 19h01
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GÊNERO 8 - RESPOSTA INTERPRETATIVA

 

 

O educador Mário Sérgio Cortella esboça uma definição do jovem do século XXI. Para ele trata-se de uma juventude bem formada e conectada, no entanto que possui problemas relacionados à hierarquia e dificuldades em cumprir metas e prazos, além de abandonar projetos com facilidade. Mesmo diante do  quadro apresentado, Cortella ressalta como positivo a criatividade inerente  aos jovens atuais. Eles também foram avaliados por uma pesquisa do  IPEA que revelou a educação como prioridade para 85,2% deles, ficando à frente dos serviços de saúde; acesso a alimentos de qualidade; governo honesto e atuante; proteção contra o crime e a violência e melhores oportunidades de trabalho, respectivamente. É importante lembrar que não basta a educação de qualidade ser considerada relevante por parte dos jovens. É preciso que estes atendam algumas exigências que também os ajudarão garantir um futuro melhor, como o domínio da leitura e da escrita e a capacidade de fazer cálculos e resolver problemas. O primeiro é essencial não somente em questão de alfabetização, mas para adquirir um trabalho qualificado e bem remunerado. Já o segundo é necessário para tomar decisões e ter soluções não só para o jovem, mas também para seu  ambiente de convívio. 



Escrito por soniamariamc às 18h50
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Textos de apoio para os gêneros 8,9 e 10.

Texto 1

 

A nova geração não tem problema de formação. Ela é ligada à conectividade. Mas ela chega mal educada no mundo do trabalho, sem percepção de hierarquia. Ela está acostumada a ser quem subordina os adultos em casa, tanto que há pais e mães que vivem em função dos filhos. Ao mesmo tempo, esta geração não tem necessariamente compromisso com meta e prazo. Abandona coisas com muita facilidade. É muito comum ouvir falar hoje de jovem que começa uma faculdade e passa para outra. Ele descobre que não é o que quer, aí vai estudar mecânica, depois vai para a metalurgia, e passa para a alta gastronomia. Isso não é excesso de opção, isso é confusão mental. É ausência de clareza de onde se quer chegar. E esta mesma geração é absolutamente rica e exuberante naquilo que consegue, que é a criatividade.

(Mário Sergio Cortella - educador)

http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2016/08/a-nova-geracao-e-mal-educada-diz-mario-sergio-cortella-sobre-jovens-que-chegam-ao-mundo-do-trabalho-7329510.html

 

 

Texto 2

                     “Pesquisa mostra prioridades de jovens brasileiros”

A pesquisa foi realizada em maio, com mais de 11.430 mil pessoas, pelo IPEA, em nove regiões metropolitanas, e listou as maiores prioridades dos jovens brasileiros. A pesquisa segue o modelo de perguntas que vem sendo utilizado na pesquisa Meu Mundo, da Organização das Nações Unidas, que visa traçar as metas do novo milênio a partir de 2015.

A grande aspiração dos jovens, segundo a pesquisa, é educação de qualidade: 85,2% dos brasileiros de 15 a 29 anos apontaram esta opção como a primeira das seis mais importantes de 16 alternativas elencadas. Melhoria nos serviços de saúde (82,7%), acesso a alimentos de qualidade (70,1%), governo honesto e atuante (63,5%), proteção contra o crime e a violência (49%) e melhores oportunidades de trabalho (46,9%) completaram as prioridades dos entrevistados.

(Folha de S.Paulo 2014)

 

 

 

 

Texto 3

Exigências do século XXI e o jovem

 Domínio da leitura e da escrita: Para se viver e trabalhar na sociedade altamente urbanizada e tecnificada do século 21, é necessário um domínio cada vez maior da leitura e da escrita. As crianças, adolescentes e jovens precisam saber comunicar-se usando palavras, números e imagens. Saber ler e escrever já não é um simples problema de alfabetização, é um autêntico problema de sobrevivência.

 Capacidade de fazer cálculos e de resolver problemas: Na vida diária e no trabalho, é fundamental saber calcular e resolver problemas. Calcular é fazer contas. Resolver problemas é tomar decisões fundamentadas, em todos os domínios da existência humana. Na vida social, é necessário dar solução positiva aos problemas e às crises. Uma solução é positiva quando produz o bem comum.

 Capacidade de analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações: Na sociedade atual, é fundamental a capacidade de descrever, analisar e comparar fatos e situações. Não é possível participar ativamente da vida da sociedade global, se não somos capazes de manejar símbolos, signos, dados, códigos e outras formas de expressão linguística, buscando causas e possíveis consequências, colocando o fato no curso dos acontecimentos, dentro da história.

 Capacidade de compreender e atuar em seu entorno social: Compreender o entorno social é saber explicar acontecimentos do ambiente onde estamos inseridos. Atuar como cidadão é ser capaz de buscar respostas, de solucionar problemas, de operar, alterar e modificar o entorno. Significa ser sujeito da história.

 Receber criticamente os meios de comunicação: Um receptor crítico dos meios de comunicação é alguém que não se deixa manipular como pessoa, como consumidor, como cidadão. Os meios de comunicação produzem e reproduzem novos saberes, éticas e estilos de vida. Ignorá-los é viver de costas para o espírito do nosso tempo.

 Capacidade para localizar, acessar e usar melhor a informação acumulada: Num futuro bem próximo, será impossível ingressar no mercado de trabalho sem saber localizar dados, pessoas, experiências e, principalmente, sem saber como usar essa informação para resolver problemas. Será necessário consultar rotineiramente – muitas vezes pela internet – bibliotecas, hemerotecas, videotecas, centros de informação e documentação, museus, publicações especializadas etc.

 Capacidade de planejar, trabalhar e decidir em grupo: Saber associar-se, trabalhar e produzir em equipe são capacidades estratégicas para a produtividade e fundamentais para a democracia. Essas capacidade se formam cotidianamente através de um modelo de ensino e aprendizagem autônomo e cooperativo, em que o professor é um orientador e um motivador para a aprendizagem.

 

http://www.mundojovem.com.br/grupo-jovens/o-jovem-e-as-exigencias-do-seculo-21



Escrito por soniamariamc às 18h44
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PROPOSTAS

 

Contexto de produção1 : você participou de um evento, em sua escola,  a respeito do perfil da juventude do século XXI, foram expostos comentários de educadores, pesquisas e textos informativos.  Seu professor o encarregou de elaborar um texto de interpretação sobre os aspectos mais relevantes.

 

Comando de produção 1: levando em consideração o contexto apresentado, você elaborará uma resposta-interpretativa sobre o perfil da juventude do século XXI. Nela  defina a juventude atual, explique qual é a prioridade para os jovens, segundo pesquisa do IPEA, e destaque duas exigências do século XXI para o jovem ter um futuro melhor, mencionadas no texto 3,. Escreva entre 10 e 15 linhas.

 

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Contexto de produção 2: você participou de um evento, em sua escola,  a respeito do perfil da juventude do século XXI, foram expostos comentários de educadores, pesquisas e textos informativos.

Comando de produção 2:  Ao se deparar com o texto “Exigências do século XXI e o jovem”, resolveu escrever uma carta de solicitação, ao editor Sr. Silva, do jornal Mundo Jovem, pedindo maiores informações a respeito de uma das exigências do século XXI ao jovem, mencionada do texto 3. Assine como Leitor. Escreva entre 10 e 15 linhas.

 

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Contexto de produção 3: você participou de um evento, em sua escola,  a respeito do perfil da juventude do século XXI, foram expostos comentários de educadores, pesquisas e textos informativos.

 

 

Comando de produção 3: diante do contexto apresentado, você percebeu falhas em nosso sistema educacional e resolveu escrever  uma carta de reclamação, ao ministro da Educação, Mendonça Filho, reclamando do descaso com  a prioridade apresentada pelos jovens na pesquisa do IPEA. Escreva entre 10 e 15 linhas. Assine como Leitor.



Escrito por soniamariamc às 18h43
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GÊNERO 7- ARTIGO DE OPINIÃO

Algumas ponderações

 

            A antiga máxima latina “Mente sã, corpo são”, que significa bem-estar físico e mental, parece não merecer crédito do governo Temer. Digo isso diante do descaso com as disciplinas de artes e educação física, as quais não são vistas como maneira de   melhorar a formação do indivíduo.

            Será que nenhum educador, acredito que tenha vários na equipe do Ministério da Educação, consegue defender que de acordo com a  OCDE a felicidade dos cidadãos será maior em países onde a arte tem um papel importante nas escolas? Certo, a preocupação pode não ser a felicidade do indivíduo, mas o que dizer da educação física, que além de estimular trabalhos em grupos e a oralidade, habilidades em alta, inclusive no vestibular da FGV, ainda previne doenças como diabetes, obesidade, câncer e acidentes cardiovasculares?

            Sei que há quem relute e diga que as duas disciplinas nada têm a ver com a formação do indivíduo. Quanta ingenuidade! Enquanto a arte estimula o raciocínio para outras áreas de conhecimento a educação física prepara o indivíduo para as interações sociais. Portanto, não posso acreditar que um brasileiro comprometido com o bem comum seja conivente com o ponto de vista governamental em uma  questão de tamanha relevância.

 

                                                                                                                                Colaboradora



Escrito por soniamariamc às 23h21
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GÊNERO 6 -CARTA ABERTA


                                                       Carta aberta ao Ministro da Educação

                 Senhor Ministro Mendonça Filho, há alguns meses seu Ministério divulgou a possibilidade de retirar da grade curricular as disciplinas de artes e educação física, o assunto tanto nos incomodou que tivemos uma palestra, em minha escola, a respeito disso.

                Em tempo explico, senhor Ministro, que o posicionamento apresentado aqui expressa a indignação de centenas de alunos que entendem a importância das duas disciplinas. Ficamos sabendo na palestra que o aprendizado de artes estimula o entendimento de outras disciplinas, o que foi comprovado por meio de estudos. Também, senhor Mendonça Filho, o palestrante ressaltou que no caso da educação física,  ela é primordial como forma preventiva de inúmeras doenças, isso não é o bastante?

                O senhor pode afirmar que já voltou atrás em alguns aspectos da questão, mesmo assim, eu e os demais alunos queremos garantias de que não haverá mudanças  em sua decisão. Afinal a educação física, em especial, proporciona momentos em que podemos colocar em prática o que aprendemos em filosofia “Mente sã, corpo são”. Portanto, eu e os demais jovens que estão lendo esta carta esperamos que mantenha as disciplinas mencionadas.

                Atenciosamente,

                                                                                                                                                         Estudante



Escrito por soniamariamc às 00h15
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 Texto de apoio para os gêneros 6 e 7.                        

                                      Estudos científicos embasam oferta de artes e educação física na escola

            Dedicar-se a uma atividade artística –seja tocar piano ou aprender técnicas de escultura– faz uma pessoa ficar mais inteligente e melhorar seu desempenho em outras disciplinas, como matemática e redação.  Praticar uma atividade física, além de melhorar coordenação motora e aumentar a sociabilidade, diminui drasticamente a incidência de doenças como diabetes, obesidade, câncer e acidentes cardiovasculares.

            Na última semana, o governo Michel Temer (PMDB) editou uma medida provisória que eliminava a obrigatoriedade das disciplinas de artes e de educação física no ensino médio. Apesar de a iniciativa abrir espaço na grade horária para a especialização do currículo, não faltaram críticas –com embasamento científico– ao governo, que recuou e afirmou que a obrigatoriedade permanecerá na primeira metade do ensino médio.

            No mundo, mais da metade dos jovens pratica menos que o recomendado de cinco horas semanais de atividades físicas moderadas a intensas, fato que se repete no Brasil –remover a educação física do rol de disciplinas poderia ser considerado um desincentivo à melhoria desse panorama

            Na Convenção Internacional de Ciência, Educação e Medicina Esportiva, que aconteceu em Santos (SP) no início do mês, um dos destaques foi a discussão e o consenso entre especialistas de que crianças que têm experiências satisfatórias com o movimento do corpo no início da vida tendem a ser ativas mais adiante na vida adulta.

            O desejo dos especialistas é que haja um aumento da oferta de atividades físicas, e a disciplina de educação física seria um mecanismo responsável por essa transformação.

ARTE PELA ARTE

            Se menos traumática para a saúde física, talvez a retirada da obrigatoriedade do ensino de artes possa ter impacto importante não só na formação cultural, mas também no aprendizado de outras disciplinas.

            Um estudo mostrou que crianças entre nove e dez anos que tiveram de pensar e raciocinar a respeito de um quadro que eles observavam melhoraram a capacidade de entender imagens científicas –a conclusão é a de que o processo mental de visualização gerado seria semelhante nas duas tarefas.

(...)

            O problema é estabelecer a relação causa-efeito. Esse tipo de evidência aparece com nitidez, por exemplo, em relação aos benefícios das artes dramáticas para a compreensão e redação de textos.

            Além de oferecer o contato com uma possível área de profissionalização, a OCDE diz acreditar que "a felicidade dos indivíduos será maior em países onde a arte tem um papel proeminente nas escolas", apesar de não haver um estudo que aborde exatamente essa questão.

            A entidade também elege a arte como a melhor maneira de fomentar a criatividade, competência hoje muito buscada em profissionais por causa da capacidade de inovar e de achar soluções não usuais para toda sorte de problemas. 

 

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2016/09/1817912-estudos-cientificos-embasam-oferta-de-artes-e-educacao-fisica-na-escola.shtml



Escrito por soniamariamc às 23h11
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Comandos para os gêneros 6 e 7.

Contexto de produção: você é aluno de ensino médio e participou de várias palestras sobre a importância das disciplinas de artes e educação física. No final dos trabalhos ficou encarregado de representar o posicionamento dos alunos a respeito da questão.

Comando de produção 1: assim, escreva uma carta aberta, ao Ministro da Educação, Mendonça Filho, apresentando aspectos positivos ou negativos que assegurem sustentação ao seu posicionamento a respeito das disciplinas de artes e educação física no ensino médio. Assine como Estudante. Faça entre 10 e 15 linhas.

 

 Comando de produção 2: portanto, escreva um artigo de opinião, que será publicado no jornal Local, posicionando-se a respeito da importância das disciplinas de artes e educação física como maneira de   melhorar a formação do cidadão. Sustente sua tese apoiando-se em, pelo menos, dois argumentos. Você deverá assinar o artigo como “Colaborador” ou “Colaboradora”. Coloque título. Seu texto deverá ter o mínimo de 10 e o máximo de 15 linhas.



Escrito por soniamariamc às 23h09
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GÊNERO 5 - CARTA DO LEITOR

EXEMPLO

Maringá, 22 de novembro de 2016.

            Ao editor senhor Carlos Santana

            Sou leitora da Folha há décadas e ao me deparar com o artigo de Cláudia Costin, “Escola sem ideias?” não pude me conter sem manifestar minha comunhão com os pensamentos dela. Como a educação pode sobreviver sem a visão de mundo de um mestre?

            Assim como a autora, senhor Santana, também sou professora e preocupam-me medidas que buscam censurar a prática docente. Fui à escola na época da ditadura militar, minha professora de “estudos sociais”, ao invés colocar-nos a par  das torturas do governo Médici, contava-nos a respeito de sua maravilhosa família, que obviamente dependia de seu salário, ganho às custas de omissão de conhecimento. A consequência disso o senhor também vislumbrou, não é mesmo, senhor editor? Nos tornamos a geração coca-cola, sem postura política marcada.

            Com certeza ficou uma lacuna em minha formação educacional, e neste jornal leio o absurdo expressado pela leitora Ana Paula Rusinas, “que escola não tem que ensinar a pensar”. Por favor, senhor editor publique mais textos mostrando o resultado de tamanha ignorância.

            Atenciosamente,

                                                                                           Leitor

 

 



Escrito por soniamariamc às 22h34
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GÊNERO 5 - CARTA DO LEITOR

TEXTO DE APOIO

                                                                                         Escola sem ideias?

            Tenho acompanhado com certa apreensão as discussões sobre um projeto de lei que propõe uma escola sem partido. Preocupam-me sempre medidas que buscam censurar a prática docente e eu, com certeza, posiciono-me contra essa iniciativa.

            Proibir o professor de ensinar colocando-se inteiro no processo, com suas convicções e crenças, não é só eticamente errado, é ingênuo supor que seja possível.

            Aproveito, no entanto, o inevitável debate para trazer uma reflexão. Afora o clima polarizado que precedeu o impeachment e se manteve depois dele, a relativa adesão que encontrou o projeto de lei deveria nos fazer pensar.

            Os proponentes do projeto atiraram numa coisa e acertaram em outra: de fato, as escolas estão formando cidadãos críticos e autônomos em suas ideias? As aulas levam os alunos a adotar mecanicamente as visões de mundo dos mestres ou a formular seus próprios juízos acerca do que está sendo discutido?

            Minha mãe estudou na Hungria no começo dos anos 1940 e contava como um de seus professores relatava, como verdade histórica, que os generais da Romênia, país vizinho, usavam calções de mulheres sob seus uniformes. A transmissão de preconceitos na escola não começou agora e é própria de uma escola que não ensina a pensar.

            John Dewey defendia que é papel da escola educar para o pensar, ensinar as crianças a raciocinar, e não a receber formulações acabadas. Ora, um professor que apresenta sua visão de mundo como a verdade única não está educando, estará, isso sim, ajudando a criar um seguidor de líderes geniais das massas. Certamente não é isso que queremos.

            A escola deve ser um espaço em que ideias circulam, hipóteses são debatidas, seja sob as lentes da ciência ou sob a análise das possibilidades.

            Em matemática, mais importante que apresentar um algoritmo e depois 40 exercícios de aplicação, deve-se ensinar a raciocinar matematicamente. Em história, não basta transmitir a sequência dos eventos e dar-lhes um nexo lógico baseado na visão do mestre ou do livro. É importante apresentar os problemas que desafiam o mundo e ouvir os alunos a respeito.

            Não há possibilidade de aprender a pensar se a "verdade", seja a do professor, seja a do livro didático, for apresentada antes de perguntas ou problemas que evocam esse aprendizado serem discutidos. E isso cabe, sim, à escola fazer.

            Como afirma excelente reportagem da revista "Nova Escola" sobre o projeto de lei, mais do que criar leis contra a doutrinação, a melhor saída para o ensino é colocar na mesa diferentes visões e ensinar a pensar e a debater. Sem ideias e debate não há educação nem democracia. 

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudia-costin/2016/10/1827034-escola-sem-ideias.shtml

(COMENTÁRIOS DA PÁGINA DA FOLHA DE S.PAULO)

Muito bonito o que a professora Cláudia escreveu. Quero ver a senhora meter essas ideias na cabeça de um(a) professor(a) petista que não larga o monopólio espúrio de suas próprias crenças jurássicas. Escute uma Marilena Chauí falando que a senhora vai entender o que estou dizendo. Não quero que meus filhos frequentem esse tipo de escola. Desejo que aprendam a ouvir e que respeitem a opinião do outro, sem anulá-lo. Que aprendam acionar seus próprios filtros e sejam intelectualmente independentes. JOSÉ CARLOS DE OLIVEIRA

(28/10/2016 10h19)

Escola não tem que ensinar a pensar. Escola tem que ensinar o conteúdo das matérias. Ponto. O pensamento vem naturalmente. As novas gerações não sabem ler nem escrever. As escolas de hoje estão produzindo exércitos de analfabetos funcionais. Ficam lá discutindo a luta de classes, mas não sabem escrever um bilhete ou fazer uma conta. A escola brasileira está nos mais baixos índices internacionais. Ana Paula Rusinas

 

(28/10/2016 18h06)

 



Escrito por soniamariamc às 16h51
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Contexto de produção: você é leitor da Folha de S.Paulo, leu o artigo,  “Escola sem ideias?”, publicado recentemente e também os comentários dos internautas, a respeito de um  projeto de lei que propõe uma escola sem partido.

 

Comando de produção: assim, resolveu manifestar seu ponto de vista  sobre a “escola sem partido”. Para isso, escreva uma carta do leitor, ao editor Carlos Santana,  mostrando seu posicionamento elaborado a partir de  causa e consequência e reporte-se aos comentários dos leitores, ao menos um deles. Faça seu texto entre 10 e 15 linhas. Assine como Leitor. 



Escrito por soniamariamc às 16h50
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Gênero 4, instrucional (texto de apoio e comando lá embaixo).

            Pessoal, quanta polêmica no grupo, desde que participo dele nunca vi um assunto render tantos comentários e também interessados em buscar a internet para terapia psicológica ou mesmo entrar em  grupos de aconselhamentos.  Como gosto de psicologia, leio sobre o assunto, por isso não resisti e passarei algumas instruções para vocês.

            Em primeiro lugar, se for ajuda psicológica, envolvendo psicólogo,  certifique-se de que o profissional está registrado no Conselho Federal de Psicologia, pois somente quem tem uma boa formação está apto a ajudar outras pessoas. Em segundo lugar, se procurar aconselhamento, acesse sites conhecidos, como o “Frooid”, também não esqueça de verificar a avaliação e comentários dos participantes, porque é por meio deles que você percebe a eficácia e o teor dos conselhos. Por último, e talvez a instrução mais valiosa, literalmente, fiquem espertos com sites que cobram antecipadamente, pois há casos, inclusive, de estelionatários.

 

            Acredito, que seguindo essas instruções vocês colocarão em prática a ideia do sábio grego de conhecer a si mesmo. Depois partilhem no grupo o resultado, combinado?



Escrito por soniamariamc às 17h54
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