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Último gênero da revisão

10- Imagine a seguinte situação: seu professor de Sociologia trabalhou em sala de aula o tema ética na sociedade brasileira. Depois, pediu para que você, como aluno participante da discussão, elaborasse um artigo de opinião para ser publicado  no site do colégio, respondendo ao seguinte questionamento: O brasileiro tem em sua cultura o hábito de desrespeitar as leis? Seu texto pode basear-se em informações do texto de apoio, mas não deve se restringir a ele.  Escreva entre 10 e 15 linhas. Dê título ao seu texto. Assine como Minerva ou Osíris.

 

                                           O jeitinho brasileiro de sempre

            Estava eu no estacionamento do mercado quando uma moça de aparentemente 30 anos estacionou numa vaga de idoso. Com certeza se eu a repreendesse, seu argumento seria que estava com pressa e ia ser rapidinho. Diante disso leitor, pergunto a você: o brasileiro tem em sua cultura o hábito de desrespeitar as leis?

            Como estudante acredito que a ética na sociedade brasileira não é uma constante, estamos  querendo sempre dar “o jeitinho brasileiro pra tudo”, assim começa com o não enfrentar a fila da lotérica indo direto na preferencial com a desculpa de que é só daquela vez. Custo a acreditar leitor, mas parece que herdamos de nossos antepassados esses costumes de burlar leis ou sempre levar vantagem. A própria história comprova isto, basta lembrarmos da “Carta de Pero Vaz Caminha”, que no final dela o autor deu um “jeitinho” de pedir um emprego para o genro que ficara em Portugal.  

             Há quem diga leitor, que ainda existe esperança para a geração Z. Mas refuto essa ideia com o exemplo da moça no mercado. Que tipo de cidadão brasileiro serão seus filhos se os pais não servem de exemplo com seus próprios deveres e leis?!

 

                                                                     Minerva.

(Júlia Januário, com alterações)



Escrito por soniamariamc às 09h38
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9- Após participar do evento em sua escola, você foi entrevistado por um jornal local, que lhe fez o seguinte questionamento: “a realização dos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro, trarão vantagens ou desvantagens para o Brasil?”. Assim, elabore uma resposta argumentativa respondendo à questão. Lembre-se você pode usar informações dos textos de apoio, mas não fique preso a elas, vá além do texto de apoio. Escreva entre 10 e 15 linhas.

 

 

            Como estudante e brasileiro acredito firmemente que os jogos olímpicos no Rio de Janeiro trarão desvantagens ao Brasil. Digo isso porque já li neste jornal que nosso país possui uma má estrutura de saúde pública e de educação, portanto   penso que tais setores deveriam receber o dinheiro que está  sendo investido em  estádios e hospedagem, além do mais em breve muitas dessas obras não terão serventia. Também cabe ressaltar que  vivemos em um país pobre que aplicará mais de 30 bilhões aos esportes sendo que em 2015 menos de 3 bilhões foram destinados a educação. Tudo isso lembra-me a máxima de Monteiro Lobato, que meu professor de literatura vive mencionando,  “um país é feito de homens e livros”, a frase justifica a atitude de países como a Suécia, considerado um dos mais seguros do mundo, que se  recusou em sediar os jogos olímpicos para investir em serviços públicos, o exemplo deveria ser seguido por nossa pátria. Dessa forma,  reafirmo meu posicionamento  que sediar os jogos é um erro.



Escrito por soniamariamc às 23h25
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8- Resposta interpretativa

8- Depois de participar do evento de sua escola sobre a realização das Olimpíadas no Rio, seu professor colocou uma questão na avaliação a respeito do tema. Portanto, organize uma resposta interpretativa, nela explique quando foi a origem do evento, quais as vantagens e desvantagens para o país, presentes no texto 2 e destaque, no texto 3, o posicionamento do autor. Faça seu texto entre 10 e 15 linhas.

 

 

    Os jogos olímpicos tiveram origem por volta do século VIII A.C. na cidade de Olímpia, uma cidade-estado da Grécia Antiga,  tais jogos eram de cunho religioso. No ano de 2016, este evento acontecerá no Brasil, no Rio de Janeiro, terá como vantagens o grande aprimoramento na infraestrutura da capital, além de melhorias nos meios de transporte, novos caminhos, vias e elevação da área de trânsito e ainda haverá investimento estrangeiro na economia brasileira. Porém, a temática é polêmica, e entre as desvantagens somam-se a falta de segurança frente aos atentados ao povo brasileiro e aos visitantes, as dúvidas que surgem quanto ao uso do dinheiro nas obras, se ele realmente está sendo utilizado de maneira correta e honesta perante o povo e outros questionamentos de críticos à realização do evento no Brasil.  Albert Murray Neto comunga desta linha de pensamento crítico, ele é contrário à realização deste evento em terras brasileiras, pois afirma que problemas sociais e econômicos no país ainda são constantes e estão sendo negligenciados pelo governo em detrimento da ocorrência dos jogos olímpicos. 



Escrito por soniamariamc às 23h42
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7- Gênero resumo


  A coletânea de textos, retirados de fontes variadas, aborda a temática Olimpíadas no Rio de Janeiro as vantagens e desvantagens da realização do evento. De acordo com ela, os Jogos Olímpicos têm origem em Olímpia, Grécia antiga, onde as práticas esportivas apresentavam fundamentos religiosos, geralmente dedicados aos deuses. A coletânea mostra também as Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016, apresentando os benefícios e malefícios deste evento para o Brasil. De acordo com ela, o país tem muito a ganhar com a melhoria de infraestrutura e entrada de capital. Por outro lado, de acordo com o autor, existe a interrogação de que a forte segurança que será investida sobreviverá apenas durante o evento. Outro ponto marcado são os casos de corrupção em meio às obras. Nesse contexto, a coletânea é finalizada com a ideia de que enquanto o Brasil não melhorar seus índices sociais, os Jogos Olímpicos serão um ato de violência para com a população mais carente que necessita dos cuidados do país.



Escrito por soniamariamc às 20h17
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6- Gênero instrucional (ainda referente à coletânea sobre educação)

Você é o líder de sua sala,  leu a reportagem a respeito dos jovens que conseguiram vagas em universidades americanas e resolveu colocar, em um mural da escola, instruções para seus colegas melhorarem o currículo escolar com atividades extracurriculares. Assim, elabore as instruções e dê um título ao seu texto. Escreva entre 10 e 15 linhas.

 

 

Leia a coletânea de textos e faça os gêneros propostos.

Texto 1

            A prática esportiva, bem como uma série de outras práticas desenvolvidas pelo ser humano, possuía nas civilizações antigas um fundamento religioso. Os Jogos Olímpicos, hoje em dia bastante popularizados em razão do resgate que deles foi feito pelo Barão de Coubertin, na década de 1890, não fogem à regra. A origem de tais jogos ocorreu na cidade de Olímpia, uma das cidades-estado da Grécia Antiga (ou Hélade), por volta do século VIII a.C.

            Na antiga Grécia, quatro grandes festivais religiosos eram celebrados com jogos esportivos: os Píticos, dedicados ao deus Apolo e realizados no santuário de Delfos; os Ístmicos, realizados no santuário de Corinto e dedicados ao deus Poseidon; os Nemeus, realizados em Nemeia, no santuário de Zeus e a ele dedicados; e, por fim, os Olímpicos, que eram realizados em Olímpia e também dedicados a Zeus.

http://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/origem-dos-jogos-olimpicos.htm

 

Texto 2

                         Olimpíadas 2016 Vantagens e Desvantagens

            A primeira coisa a se pensar quando ouvimos falar em obras no Rio para as Olimpíadas de 2016, com certeza, são os benefícios e malefícios que isto pode trazer, não só para a cidade, mas para todo o Brasil. Para o Brasil, por que se deve pensar que este é um evento que, para o bem ou para o mal, mudará a imagem do país aos olhos do mundo inteiro.

            Com certeza, uma das maiores vantagens para a cidade do Rio será o salto gigantesco na infraestrutura da capital, que contará com meios de transporte melhores e mais rápidos, além de novos caminhos, vias e melhorias na área do trânsito. Isso, sem falar na injeção de recursos financeiros com a chegada dos turistas, que virão gastar seu precioso dinheiro nos nossos hotéis e restaurantes, o que será um ótimo negócio para a área de turismo e hotelaria, e a criação de milhares de empregos, nas obras dos estádios olímpicos e demais melhorias, mesmo que temporários.

            Já, outros pontos  mostrados como positivos das Olimpíadas de 2016 são relativos, por exemplo no tocante a segurança. Com certeza o país deverá mostrar um nível superior de policiamento e vigilância, para evitar os já famosos casos de arrastões, assaltos e até mesmo sequestros e assassinatos de turistas, tanto de dentro como de fora do país. Mas será que esta segurança que, espera-se, será de primeira linha, irá sobreviver ao fim das olimpíadas?  Ou seriam essas mudanças infraestruturais meros lampejos de desenvolvimento para impressionar os estrangeiros? Ainda vale ressaltar os já frequentes casos de corrupção nas obras pelo país inteiro. Não estariam os políticos, às escondidas, superfaturando as obras na capital carioca e desviando recursos para seu próprio benefício? Seria errado pensar que o valor dessas obras será subvertido? O passado da nossa política a condena, e temos todo o direito de questionar.

            Mas, de um ponto de vista otimista, devemos pensar positivo e esperar que as obras sejam cumpridas de maneira eficiente para que possamos assistir tranquilos ao desempenho de nossos bons atletas e esperar pelos efeitos positivos deste grande feito.

 http://mundodasdicas.com.br/olimpiadas-2016-vantagens-e-desvantagens#ixzz4EFG0MTH8

Texto 3

Enquanto o Brasil não for medalha de ouro em saúde, educação, transporte, moradia, meio ambiente, segurança, alimentação, luz elétrica e esportes para todos, gastar tanto dinheiro em Jogos Olímpicos é um ato de violência contra o povo mais pobre. 

Antes de fazer jorrar dinheiro público para construção de "elefantes brancos", como houve no caso da Copa 2014, o Brasil precisa melhorar seus índices sociais. Essa ideia de que os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro transformarão o Brasil em potência é equivocada. O caminho é justamente o inverso. Temos que, antes, ser socialmente grandes e justos.

(Alberto Murray Neto)

 

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI111933-17774,00-OLIMPIADAS+POR+FAVOR+NO+BRASIL+NAO.html



Escrito por soniamariamc às 19h33
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7- Estamos em ano da realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro, em sua escola houve um debate sobre as vantagens e desvantagens da realização do evento em nosso país. Você ficou responsável em ler a coletânea distribuída e elaborar um resumo para ser fixado no mural da sua sala de aula. Assim, faça um resumo com o levantamento das ideias principais apresentadas nos textos de apoio. Escreva seu texto entre 10 e 15 linhas.

 

8- Depois de participar do evento de sua escola sobre a realização das Olimpíadas no Rio, seu professor colocou uma questão na avaliação a respeito do tema. Portanto, organize uma resposta interpretativa, nela explique quando foi a origem do evento, quais as vantagens e desvantagens para o país, presentes no texto 2 e destaque, no texto 3, o posicionamento do autor. Faça seu texto entre 10 e 15 linhas.

 

 

9- Após participar do evento em sua escola, você foi entrevistado por um jornal local, que lhe fez o seguinte questionamento: “a realização dos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro, trarão vantagens ou desvantagens para o Brasil?”. Assim, elabore uma resposta argumentativa respondendo à questão. Lembre-se você pode usar informações dos textos de apoio, mas não fique preso a elas, vá além do texto de apoio. Escreva entre 10 e 15 linhas.



Escrito por soniamariamc às 19h33
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Texto para o Gênero 10

O JEITINHO BRASILEIRO

Roberto DaMatta

Se a regra transgredida não causa prejuízo, temos o “jeitinho” positivo e, dirá eu, ético. Por exemplo: estou na fila, chega uma senhora precisando pagar sua conta que vence aquele dia e pede para passar na frente. Não há o que reclamar dessa forma de “jeitinho”, que seria universal porque poderia ocorrer na maioria dos países conhecidos, exceto talvez na Alemanha ou na Suíça, onde um trem sai às 14:57! E sai mesmo: eu fiz o teste.

A questão sociológica que o “jeitinho” apresenta, porém, é outra. Ela mostra uma relação ruim com a lei geral, com a norma desenhada para todos os cidadãos, com o pressuposto que essa regra universal produz legalidade e cidadania! Eu pago meus impostos integralmente e por isso posso exigir dos funcionários públicos do meu país. Tenho o direito — como cidadão — de tomar conta da Biblioteca Nacional, que também é minha. Agora, se eu dou um jeito nos meus impostos porque o delegado da receita federal é meu amigo ou parente e faz a tal “vista grossa”, aí temos o “jeitinho” virando corrupção. A essas alturas, temos uma outra questão básica.

A democracia liberal inventada pelos franceses e disseminada pelos americanos acabou com o regime do privilégio que graduava o comportamento. Havia um código de leis para os nobres, para o clero e, outro, para o povo. Um mesmo crime era julgado de modo diverso, caso fosse feito cometido por um nobre, por um padre ou por um ferreiro. Alguns comportamentos eram crimes só se fossem cometidos por plebeus. Veja o romance Os Miseráveis de Victor Hugo e O Conde de Monte Cristo, de Dumas. Ali se encontram bons exemplos desse mundo legal hierarquizado, onde pertencer a uma ordem ou família livrava a pessoa de certas crimes e permitia uma extraordinária latitude relativamente a outros tipos de comportamento. A Revolução Francesa liquidou o privilégio (ou a lei privativa ou privada). Ela instituiu um código universal dos direitos (e deveres) humanos, proclamada auto-evidente na constituição americana. Ora, esse código não contempla mais a gradação, a relatividade diante da lei que exclui a hierarquia, instituindo a igualdade como o valor central das relações entre cidadãos e normas governamentais. Os nobres não pagavam impostos; depois da revolução todos, inclusive o presidente paga.

No Brasil, a República fez, no papel e em cima de um regime social aristocrático de fato, de direito e de protocolo ideológico, a revolução igualitária. Na França, ela levou um monte de gente para a guilhotina, aqui, ela inventou — é lógico — o “jeitinho” e o “você sabe como está falando?” como duas pernas de uma mesma ficção jurídica. Que ficção é essa? Ora, é o faz de conta de que todos obedecem a lei, quando sabemos que os velhos aristocrata e os donos do poder (os burocratas, e altos funcionários, e os eleitos) são mais donos do que o “povo”. Com isso, podemos continuar contemplando o privilégio de não cumprir integralmente a lei, debaixo de um regime igualitário. Na França pré-revolucionária, dava-se, como no Brasil Imperial, o oposto. Em regimes onde o valor organizatório era a desigualdade, o jeitinho era libertar o escravo, deixar de ser medalhão, dar a um pobre a oportunidade de ser um igual.

Em suma, o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente trado com igualdade, ou seja, sem sine ira et studio, como dizia Max Weber, roubando um adágio de Tácito. O que nos enlouquece hoje no Brasil não é a existência do jeitinho como ponte negativa entre a lei e a pessoa especial que dela e livra. É a persistência de um estilo de lidar com lei, marcadamente aristocrático que de certo forma induz o chefe, o diretor, o dono, o patrão, o governador, o presidente, a passar por cima da lei porque ele a “empossa”. O cargo público ainda hoje, e apesar dos avanços, ainda é concebido aristocraticamente, não burocraticamente e patriarcalmente como o foi nos velhos tempos de Dom Casmurro.

Penso, por tudo isso, que é mídia tem um papel básico na discussão desses casos de amortecimento, esquecimento e jeitinho, porque ela ajuda a politizar o velho hábito que insiste em situar certos cargos e as pessoas que os empossam, como acima da lei; do mesmo modo e pela mesma lógica de hierarquias que colocam certas pessoas (negros, pobres e mulheres) implacavelmente debaixo da lei. O que faz com que a lei seja desmoralizada e quem a cumpre, estigmatizado como otário ou sub-cidadão.

Roberto DaMatta é professor titular da PUC-Rio e emérito da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. Antropólogo e escritor, também faz parte da Academia Brasileira de Ciências, da American Academy of Arts and Sciences e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. DaMatta é autor, entre outros, de “Carnavais, Malandros e Heróis”; “A casa & a rua”; “Conta de Mentiroso”, “Tocquevilleanas” e “A bola corre mais do que os homens”.

https://maniadehistoria.wordpress.com/o-jeitinho-brasileiro/

 

 

 

10- Imagine a seguinte situação: seu professor de Sociologia trabalhou em sala de aula o tema ética na sociedade brasileira. Depois, pediu para que você, como aluno participante da discussão, elaborasse um artigo de opinião para ser publicado  no site do colégio, respondendo ao seguinte questionamento: O brasileiro tem em sua cultura o hábito de desrespeitar as leis? Seu texto pode basear-se em informações do texto de apoio, mas não deve se restringir a ele.  Escreva entre 10 e 15 linhas. Dê título ao seu texto. Assine como Minerva ou Osíris.



Escrito por soniamariamc às 19h32
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5- RELATO 

             Você faz parte do grupo de comunicação de sua escola, que está elaborando uma reportagem sobre estudantes que se destacaram no final do ensino médio graças às atividades extracurriculares que possuíam. Portanto, relate um fato, ocorrido com um desses alunos que se destacaram graças a complementos curriculares que fortaleceram o currículo escolar e abriram oportunidades de estudo ou trabalho. Faça o texto entre 10 e 15 linhas. Se precisar, utilize os nomes Renato, Renata, Carlos ou Carla. Dê título ao seu texto.

Currículo enriquecido

 

            É fato que as atividades extracurriculares fazem a diferença no currículo escolar do aluno. Aqui em nosso colégio, já tivemos inúmeros estudantes que se destacaram no final do ensino médio graças às atividades extras que possuíam. Dentre eles, é possível ressaltar o caso do Renato, o qual fortaleceu o seu currículo escolar possibilitando a abertura de oportunidades de trabalho.
            Desde o início do ensino médio, Renato se destacava com o seu espírito de liderança, coletividade e expressividade. Assim, logo foi convidado para fazer parte da equipe do grêmio estudantil, no qual aperfeiçoou sua característica marcante de líder. Pouco tempo depois, engajou-se no nosso grupo de comunicação de colégio e demonstrou claramente o seu princípio de coletividade. No seu último ano, promoveu debates em grupo e se mostrou um jovem com facilidade de expressar opiniões concretas. Não era à toa que nas aulas de redação o gênero textual preferido dele era o artigo de opinião. Depois dessa fase, foi um pulo  para Renato ingressar na universidade de jornalismo e, graças às atividades que participou no ensino médio, recebeu uma proposta para ser estagiário no jornal local de maior prestígio.
            Hoje, Renato está no último ano da faculdade e já foi convidado a fazer mestrado fora do país.

(Vitória Delapedra)



Escrito por soniamariamc às 19h32
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4- CARTA DO LEITOR

 Ao ler o texto “5 jovens brasileiros saem de escolas públicas para universidades nos EUA”, você resolveu escrever uma carta do leitor, ao editor da Folha de S.Paulo, Sr. Rui Castro, posicionando-se a respeito das oportunidades  para o futuro do estudante brasileiro por meio da educação. Ao argumentar apresente um testemunho que você teve conhecimento e as consequências. Faça sua carta entre 10 e 15 linhas. Assine como Leitor ou Leitora.

 

 

Maringá, 11 de julho de 2016.

            Sr. editor, Rui Castro

            Dignos de aplausos os jovens mencionados na reportagem “5 jovens brasileiros saem de escolas públicas para universidades nos EUA”. Com certeza, eles quebraram fronteiras, pois sei o quanto é difícil o futuro do estudante brasileiro por meio da educação.

            Comungo desta afirmação, senhor editor, porque sou professor de matemática em  escola pública e testemunho diariamente as barreiras impostas aos estudantes. Uma delas envolve questão financeira. Ano passado um aluno brilhante, principalmente em progressão aritmética e geométrica, abandonou os estudos para ajudar na renda familiar. Faltou oportunidade, faltou bolsa de estudos, enfim ele era a soma dos problemas da educação brasileira. A reportagem traz certa esperança.

            Peço, senhor Castro, que continue a publicar matérias como esta, a levarei  para meus alunos, mesmo sentindo-me envergonhado por saber que para eles Harvard está muito distante.

            Atenciosamente,

 

                                                                                         Leitor



Escrito por soniamariamc às 23h56
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Gênero 3- Carta aberta

     Carta aberta aos estudantes brasileiros
     Prezados amigos que visam, assim como eu, estudar em uma universidade americana, informo aqui, e alerto, a respeito de conteúdos elementares que precisam ser ensinados no ensino médio, visto que nosso currículo, do jeito que se encontra, não seria suficiente para ingressar nestas instituições.
    O descaso com a educação é imenso. Dia destes li na Folha que o Ministério da Educação estava sem dinheiro para o Enem, acreditam amigos? Imaginem para projetos mais elaborados. Casos como de Geórgia Gabriela, baiana de 20 anos que fez uma pesquisa a fim de criar um método eficaz e mais barato para o descobrimento da endometriose e desse modo, foi convidada a estudar na universidade britânica Harvard são exceções. Isso precisa mudar, não é mesmo?
     Há quem diga que investimentos tão altos gerariam muitos gastos e não seriam aproveitados, refuto dizendo que a implementação de atividades extracurriculares, resultaria em um futuro melhor. Afinal precisamos aplicar a máxima de Kant, “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele, concordam? Vamos nos unir para colocar isso em prática.

                 Atenciosamente                                                     

 

                                                                                                               Brasileiro.



Escrito por soniamariamc às 22h25
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Gênero 2 - Carta de reclamação

Maringá, 08 de julho de 2016.

            Prezado Ministro da Educação, Mendonça Filho

            Sou  aluno do ensino médio e estou preocupado com meu  currículum, percebi que os anos escolares, a grade curricular,  limitam minhas possibilidades de ingressar em uma universidade americana, por isso apresento aqui minha reclamação.

            Um aspecto a ser ressaltado,  senhor Ministro, é que solicitei mudanças para o diretor de minha escola, mas ele disse não ter autonomia para implantar atividades extracurriculares. Em função disso eu e os demais estudantes ficamos limitados e sem condições de pensarmos em universidades como a de Harvard, por exemplo. Meu professor de filosofia vive dizendo que precisamos ser a mudança que queremos, quero mudar. No entanto preciso que o senhor ao menos implante projetos inovadores de empreendedorismo social. Espero que o senhor leve a sério minha reclamação, caso contrário começarei a mudança expondo a situação em redes sociais.

            Aguardo providências,

 

                                                                                          Estudante 



Escrito por soniamariamc às 08h57
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EXEMPLO DO COMANDO 1 - CARTA DE SOLICITAÇÃO

Maringá, 07 de julho de 2016
  Prezado diretor sr. Rui Castro,
  Após ler os inúmeros textos de jovens brasileiros que conseguiram bolsas para estudar no exterior, venho por meio desta solicitar que nosso colégio ofereça aulas complementares para que nosso conhecimento seja fortalecido, visto que viso estudar fora do país.
  Como estudante e representante de sala, me vejo no papel de pleitear tais medidas. Em nossas últimas aulas de história, sr. Castro, estudamos sobre o Canadá, que possui a melhor educação do mundo, a qual o governo mal controla. Ou seja, sr. diretor, é preciso parar de colocar a culpa integralmente na presidência, visto que cada escola canadense é responsável pelo ensino de seus alunos, criando e desenvolvendo projetos únicos.
  Portanto, prezado sr. Castro, acredito que nossa escola deve tomar uma iniciativa imediatamente, criando projetos extracurriculares, tais como cursos de línguas estrangeiras, estágios ou oficinas de debate, afinal no fundo, todos já sabemos o que deve ser feito, só nos falta esforço e determinação, pois como já dizia o filósofo Cícero, “não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la”.
  Atenciosamente,
  Aluna.



Escrito por soniamariamc às 19h06
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VÁRIAS PROPOSTAS - PREPARAÇÃO PARA O VESTIBULAR UEM 1/2016      

TEXTO 1

5 jovens brasileiros saem de escolas públicas para universidades nos EUA

            Dedicação é o ponto em comum. Cinco jovens, de diferentes cidades do Brasil, todos alunos de escolas públicas, empenharam-se para ter um currículo digno das mais prestigiadas universidades norte-americanas.

            Todos entraram como bolsistas em instituições da "Ivy League", grupo de oito universidades que têm em comum excelência acadêmica e o elitismo, graças a ideias para pesquisas inovadoras ou por terem se destacado com atividades extracurriculares.

            Com processo de seleção extenso, essas instituições também são famosas por seus preços. A anuidade da Universidade Stanford está na casa dos US$ 74 mil (cerca de R$ 240 mil). Já a Universidade de Columbia custa por volta de US$ 43 mil (mais de R$ 140 mil).

            Eles quebraram fronteiras e, vindo de escolas públicas brasileiras, alcançam as melhores universidades do mundo. No ranking da Times Higher Education, a principal publicação dedicada ao ensino superior no Reino Unido, elas figuram entre as 110 primeiras. (veja as posições abaixo).

Harvard - 6ª posição
Princeton - 7ª posição
Yale - 12ª posição
Columbia - 15ª posição
Pensilvânia - 17ª posição
Cornell - 18ª posição
Brown - 51ª posição
Dartmouth - 104ª posição

http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2016/07/1788730-5-jovens-brasileiros-saem-de-escolas-publicas-para-universidades-nos-eua.shtml

 

            Texto 2

            O adolescente negro Arthur Abrantes, 19, sempre morou em Paracatu, no noroeste de Minas. Filho de um mecânico e de uma auxiliar de enfermagem, cresceu em um bairro com problemas de violência e drogas e fez todos os estudos em escola pública. Poderia ser o preâmbulo de mais uma história triste, mas não: em fevereiro, um representante de Harvard lhe telefonou para dizer que fora aceito na mais prestigiosa universidade do mundo.

            Arthur aprendeu inglês sozinho via internet e foi o melhor aluno da turma no Instituto Federal do Triângulo Mineiro. Ao mesmo tempo, participou de um grupo de teatro, montou um projeto de ensino de inglês em escolas públicas e ganhou medalhas em concursos de robótica, astronomia e matemática.

            Para quem vê em Arthur um exemplo contra ações afirmativas, não terá nele um aliado. Ele sabe que a sua história de vida, enviada em forma de redação, teve um papel importante no processo de escolha.

            "Se eu fosse avaliado olhando só aonde cheguei, e não também de onde vim, provavelmente não teria passado em Harvard. Como não há no Brasil um sistema que avalia as condições iniciais, então é preciso ter cota", disse Arthur, em conversa em São Paulo na quinta-feira (30)."

            Dois dias antes, ele finalmente conhecera pessoalmente a paulistana Tábata Amaral de Pontes, 22, recém-formada em Harvard e também vinda de família pobre. Foi depois de ver uma reportagem sobre ela que Arthur decidiu perseguir o mesmo sonho.

            Durante os quatro anos em Harvard, Tábata priorizou estudar educação no Brasil. Para a sua tese de conclusão, visitou sete municípios, de Foz do Iguaçu (PR) a Sobral (CE). Concluiu que o acirramento da disputa partidária tem efeito perverso nos sistemas educacionais.

            De volta há um mês, ela está trabalhando no movimento Mapa Educação, que ajudou a fundar há dois anos e que pretende pautar o tema nas próximas eleições com várias iniciativas. Uma delas será questionar candidatos a prefeito sobre como escolherão seus secretários de educação e diretores de escola.

            Arthur não embarcará sozinho. Neste ano, sete brasileiros foram aceitos pela universidade por onde passaram o presidente Barack Obama e metade dos oito juízes da Suprema Corte. O número, recorde para o país, inclui outros dois egressos de escolas públicas. Na era da informação, eles souberam aproveitar as oportunidades disponíveis para alunos talentosos, respaldados por instituições como a Fundação Estudar.

            Esse recrutamento de talentos no exterior traz o risco de acelerar a fuga de cérebros, exemplificada neste ano pela neurocirurgiã Suzana Herculano-Houzel. Trata-se, por certo, de uma decisão pessoal. Por isso, espero que o Brasil lhe receba bem, Tábata. E sinta-se livre para ganhar o mundo, Arthur.



Escrito por soniamariamc às 23h25
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Texto 3          

            Geórgia Gabriela, 20, de Feira de Santana (BA), foi aceita em nove universidades: Stanford, Yale, Columbia, Minerva, Duke, Northeastern, Middlebury College, Dartmouth e Barnard. Com sua pesquisa para criar um método mais barato para diagnosticar a endometriose --doença caracterizada pela presença do endométrio, tecido que reveste o interior do útero, fora da cavidade uterina--, ela já havia sido selecionada para um programa na Universidade de Harvard, em 2014, que incentiva projetos inovadores de empreendedorismo social.

 

                                                    

 

Texto 4

            Vinícius Xavier Garcia, 19, foi aprovado em dez universidades americanas com direito a bolsa: Brown, Harvard, Yale, Stanford, Duke, Wesleyan, Amherst College, Minerva KGI, Middlebury College, Carleton College e Colby College. Sua mãe, assistente social e servidora pública, não teria condições para pagar seus estudos nos EUA. Vinícius estudou no colégio público federal Pedro II, no Rio, e se empenhou para incrementar seu currículo: foi representante de turma, atuou no grêmio estudantil, participou de projetos como um modelo de simulação da ONU em sua escola, ajudou a implementar no colégio um fórum de discussão voltado para a temática de raça e etnia na educação e na sociedade e trabalhou como tutor de física, química e matemática.

 

http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2016/07/1788730-5-jovens-brasileiros-saem-de-escolas-publicas-para-universidades-nos-eua.shtml



Escrito por soniamariamc às 23h23
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PROPOSTAS

 

1- CARTA SOLICITAÇÃO

            Você é estudante de ensino médio e leu vários textos sobre oportunidades de estudos para brasileiros em países estrangeiros. Também ficou interessado em fortalecer seu currículum para concorrer a uma vaga em universidades americanas, mas percebeu muitas falhas no ensino brasileiro, que não possibilita aos estudantes atividades extracurriculares. Assim, redija uma carta de solicitação ao diretor de sua escola, senhor Rui Castro, solicitando cursos complementares aos conhecimentos adquiridos ao longo de sua vida escolar que estejam ao alcance da instituição, dê sugestão também a respeito do que pode ser implantado. Faça sua carta entre 10 e 15 linhas. Assine como Aluno ou Aluna.

 

2- CARTA RECLAMAÇÃO

             Você é estudante de ensino médio e leu vários textos sobre oportunidades de estudos para brasileiros em países estrangeiros. Também ficou interessado em fortalecer seu currículum para concorrer a uma vaga em universidades americanas, mas percebeu muitas falhas no ensino brasileiro, que não possibilita aos alunos atividades extracurriculares. Depois desta constatação, solicitou mudanças em sua escola, mas o diretor explicou que precisa de autorização do MEC (Ministério da Educação e Cultura) para implantá-las. Diante de tal situação, escreva uma carta de reclamação, ao ministro da educação, senhor Mendonça Filho, reclamando da grade curricular do ensino médio, mostre as consequências na vida dos estudantes e exija medidas que os beneficiem. Faça sua carta entre 10 e 15 linhas e assine como Estudante.

 

3- CARTA ABERTA

 Você tem um grupo de amigos que pretendem estudar em universidades americanas, no entanto ao tentarem ingressar nessas instituições perceberam o quanto o currículo de vocês está defasado. Assim, você foi escolhido pelo grupo para publicar uma carta aberta, no facebook, aos estudantes brasileiros, informando e alertando-os a respeito de conteúdos elementares que precisam ser ensinados no ensino médio. Assine como Brasileiro ou Brasileira. Faça sua carta entre 10 e 15 linhas.

 

4- CARTA DO LEITOR

 Ao ler o texto “5 jovens brasileiros saem de escolas públicas para universidades nos EUA”, você resolveu escrever uma carta do leitor posicionando-se a respeito das oportunidades  para o futuro do estudante brasileiro por meio da educação. Ao argumentar apresente um testemunho que você teve conhecimento e as consequências. Faça sua carta entre 10 e 15 linhas. Assine como Leitor ou Leitora.

 

5- RELATO


             Você faz parte do grupo de comunicação de sua escola, que está elaborando uma reportagem sobre estudantes que se destacaram no final do ensino médio graças às atividades extracurriculares que possuíam. Portanto, relate um fato, ocorrido com um desses alunos que se destacaram graças a complementos curriculares que fortaleceram o currículo escolar e abriram oportunidades de estudo ou trabalho. Faça o texto entre 10 e 15 linhas. Se precisar, utilize os nomes Renato, Renata, Carlos ou Carla. Dê título ao seu texto.



Escrito por soniamariamc às 23h13
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